Cardiologia

 quando devemos procurar um cardiologista

Certamente você já deve ter ouvido falar que a melhor forma de evitar doenças é estabelecer uma rotina de prevenção para elas. Isso se torna possível ao combinar um conjunto de fatores que consistem em:

- Ter uma alimentação saudável;

- Praticar exercícios;

- Eliminar práticas nocivas ao organismo (como beber e fumar).

Tão importante quanto todas essas práticas é fazer exames de rotina. Passar por avaliações periódicas é uma prática muito importante para quem procura levar uma vida saudável e não ser surpreendido com um diagnóstico repentino que, muitas vezes, só é descoberto em estágio avançado da doença e já não pode ser mais revertido.

Uma pesquisa realizada no Centro de Referência da Saúde do Homem de São Paulo apontou que 60% dos pacientes que vão se consultar já se encontram em estágio avançado de doença. Além disso, o número de homens que efetivamente se submetem às consultas preventivas é 30% menor que o número de mulheres.

Conscientizar a população nesse sentido é essencial para a descoberta e tratamento precoce de doenças. Um dos especialistas que devem ser consultado com periodicidade é o cardiologista.

Fatores de risco ou circunstâncias a serem analisadas

Atualmente, os problemas cardiovasculares estão entre as maiores causas de morte do mundo. Especialistas apontam que quando não houver nenhum sintoma, ou fator de risco (como doenças cardíacas congênitas ou dores), o ideal é que os homens visitem o cardiologista a partir dos 45 anos e as mulheres a partir dos 50 anos (quando termina a fase da menopausa).

Outro fator que deve ser considerado é se a pessoa tem histórico familiar de doenças cardíacas. Quando o paciente tem familiares com diabetes, hipertensão, doenças coronarianas, ou que sofreram algum tipo de doença súbita como o infarto, a idade da primeira consulta com o cardiologista deve ser reduzida para 30 anos para os homens e 40 para as mulheres. Pesquisas mostram que após essa idade, as doenças cardíacas passam a ser mais comuns.

Entretanto, para se consultar com um cardiologista não existe uma idade específica. O próprio organismo pode dar sinais de que algo não está funcionando como deveria e isso pode acontecer independentemente da idade do paciente.

Antes de iniciar atividades físicas também é recomendado procurar um cardiologista. Isso porque a prática de esportes faz com que o corpo passe por uma série de adaptações que acarretam em mudanças no coração, e essas dependem do tipo, intensidade e tempo de duração dos exercícios.

Pessoas que praticam esportes de alto impacto apenas uma vez por semana (como futebol ou musculação) também devem ficar alertas, pois é necessário um tempo para que o organismo se adapte, por isso é recomendável que qualquer atividade física seja feita de forma gradual e constante.

Hábitos como fumar, se alimentar mal (com uma dieta rica em gorduras) e não praticar exercícios também são prejudiciais ao organismo e caracterizam práticas que podem ser nocivas ao coração. Nesse caso, quem tem estes hábitos, também precisa realizar consultas com cardiologista para verificar se há algum comprometimento cardíaco.

Quais são os sintomas que precisam ser observados?

Em todos os casos é preciso observar sintomas como:

- Cansaço desproporcional;

- Falta de ar após realizar algum esforço físico;

- Dores no peito que ocorrem após esforço físico ou após algum momento de estresse;

- Dores de cabeça de origem não neurológica;

- Inchaço nas pernas;

- Falta de ar;

- Dificuldade para dormir;

- Palpitações;

- Descompasso ou irregularidade dos batimentos cardíacos;

- Palidez;

- Desmaios.

Entre as doenças mais comuns que afetam o órgão estão: arritmia cardíaca, insuficiência cardíaca e infarto.

Arritmia cardíaca

Os batimentos de uma frequência cardíaca normal devem estar entre 60 a 100 bpm (batimentos por minuto). A arritmia cardíaca acontece quando o coração bate de forma irregular, que pode ser muito acelerada (taquicardia) ou muito lenta (bradicardia), e ocorre por causa de uma disfunção dos impulsos elétricos do coração.

Geralmente a arritmia cardíaca é considerada benigna, mas há casos em que ela pode se tornar grave, causando desmaios e dores no peito e, dependendo da intensidade do sintoma, pode levar o paciente ao óbito.

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Insuficiência cardíaca

A condição acontece quando o bombeamento é menor do que o necessário para a irrigação de sangue no corpo, causando a redução do fluxo sanguíneo e refluxo do sangue nas veias e pulmões, debilitando assim o coração. A insuficiência cardíaca é considerada uma patologia comum, que afeta 23 milhões de pessoas no mundo todo.

Ela pode prejudicar qualquer pessoa, independente da idade. A insuficiência cardíaca se trata de uma doença de caráter crônico e que, na maioria das vezes, acontece de forma gradativa. Com o bombeamento parcialmente comprometido, o sangue pode se acumular em outros órgãos – como pulmões, braços, pernas, fígado e intestino. Com a falta de oxigênio e nutrientes para os lugares acometidos, eles não desenvolvem suas funções de maneira adequada, o que acaba prejudicando todo o organismo.

São mais propensos a desenvolver insuficiência cardíaca quem tem histórico de hipertensão; ataque cardíaco; diabetes; apneia do sono; dor no peito e arritmia. Portadores desses sintomas devem procurar o médico com maior frequência.

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Infarto

Ocorre quando o sangue que percorre o músculo cardíaco é bloqueado por algum tempo, fazendo com que parte desse músculo seja danificada. Essa condição na maioria das vezes é súbita e pode ser fatal. A obstrução do vaso acontece por uma ruptura em uma placa de gordura já existente, formando um coágulo que bloqueia a artéria. Mais da metade dos casos de infarto acontecem em pessoas que não apresentaram sintoma algum de doença cardíaca e, por isso, o tratamento e acompanhamento com cardiologistas como forma de prevenção dessa e de outras doenças é tão importante.

Saiba mais sobre infarto!

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